Há uns dias regressamos ao Edifício do Pópulo, para ficarmos a conhecer melhor o funcionamento da Câmara Municipal, uma vez que andamos já há algum tempo a falar de distritos, concelhos e municípios e freguesias.
E, mais uma vez, fomos muito bem recebidos. Se já nos tínhamos encantado com os azulejos do edifício do Convento do Pópulo, desta vez a fascinação veio quando entramos no edifício da Câmara Municipal na Praça do Município, que apenas tínhamos visto por fora numa das nossas saídas à rua.
Não conseguimos falar com o Senhor Presidente da Câmara, porque não estava lá, mas fomos amavelmente acolhidos pela Senhora Vereadora Sameiro Araújo.
Obrigada a toda a equipa da CMB pela tarde bem passada que nos proporcionou e pelos conhecimentos que nos transmitiram. E pelos rebuçados e pelo Quiz sobre esta mui nobre cidade! :-)
Cá vai a tão desejada publicação sobre o projeto "As regiões". :-D
Ora então, este projeto iniciou-se há já algum tempo, a partir do estudo da matéria sobre os distritos e os concelhos de Portugal. A mãe da Matilde Carvalho ajudou-nos sempre ao longo deste projeto e criou-nos um Diário de Projeto fantástico, que fomos preenchendo durante as aulas.
Começámos com o estudo das coisas típicas de cada distrito e depois avançámos para uma pesquisa mais aprofundada sobre as regiões portuguesas com a importante ajuda dos papás, a quem agradeço toda a colaboração prestada na concretização deste projeto.
O desafio estava lançado: cada par de alunos iria fazer uma pesquisa e um trabalhinho sobre determinada região, para depois partilhar com a turma toda aquilo que tinha descoberto e aprendido. E foi isso mesmo que aconteceu. :-)
Desde o Minho até à Madeira e aos Açores, ficamos a conhecer tradições fantásticas, pratos e trajes típicos, artesanato e outras tantas curiosidades e saberes que aumentaram e muito os nossos conhecimentos sobre Portugal. Houve até espaço para a degustação dos Pastéis de Belém (obrigada ao pais do Pedro) e das Areias (obrigada aos pais da Cecília) da Estremadura e do Bolo de Mel da Madeira (obrigada aos pais da Matilde Branco e aos pais da Ana Luís) ! Foi tão bom! 😋
Depois fomos registando no nosso caderno aquilo que foi apresentado em cada região (temos algumas em atraso, mas vamos terminar, não se preocupem).
E para finalizar, mais uma vez sob a orientação da mãe da Matilde Carvalho - a quem muito agradeço - e com a ajuda também da mãe da Ana Filipa - as arquitetas da turma, fizemos umas adoráveis casas típicas de cada região que vão ficar a adornar a nossa sala de aula num mapa de Portugal muito especial. 💓
Até ao próximo projeto, mas antes vamos ficar com um pequeno texto que a Lídia escreveu sobre todo este trabalho:
"Eu gostei muito do projeto "As regiões", porque aprendemos mais coisas sobre Portugal.
Cada grupo estudou uma região portuguesa para ensinar aos outros e foi muito engraçado aprender coisas novas com os nossos amigos. E quando chegou à nossa vez, também foi divertido fazermos de conta que éramos nós os professores.
Conseguimos trabalhar em conjunto (sem grandes gritarias).
Achei que todos deram o seu melhor e gostei muito de todas as apresentações!"
Ainda envolvidos pela descoberta do património local, na segunda-feira passada fomos bater à porta com um chuvoso "Truz, truz!" ao Convento do Pópulo, para participarmos num atelier de pintura de azulejos, promovido pelo Serviço Educativo da Câmara Municipal de Braga, intitulado "Vamos azulejar".
Com esta oficina os alunos puderam apreciar mais uma das riquezas do património bracarense, ficar a saber mais sobre a história deste edifício (que também já serviu de quartel), perceber algumas técnicas de restauro utilizadas na preservação dos azulejos e dar asas aos seus dotes de artistas.
A construção da Igreja e Convento do Pópulo iniciou-se em finais do século XVI, tendo sofrido diversas alterações ao longo dos séculos.
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Explicação sobre o painel de azulejos e sobre a história do Convento
Visionamento de um filme sobre o restauro do painel de azulejos
Trabalho prático sobre os azulejos com técnicas de decalque
Ora hoje está mesmo um bom dia para atualizar o nosso blogue. Lá fora cai chuva com grande intensidade.
Já vai longe o dia da Alimentação (16 de outubro), mas vamos sempre a tempo de relembrar trabalhos... principalmente se o tema estiver relacionada com a boa educação e as boas maneiras.
Aqui estão algumas regras para desfrutarmos de uma refeição tranquila, de forma educada.
"Usar a faca e o garfo, evitar comer com as mãos"
"Limpar o espaço depois da refeição."
"Dizer "obrigada/obrigado" sempre que nos passam qualquer coisa à mesa."
Lembram-se das outras que falamos na sala de aula?
Como diz o escritor José Jorge Letria, no livro "Porta-te bem":
"Em casa ou no restaurante,
numa qualquer refeição,
usa bem os talheres
e não comas com a mão.
E evita a algazarra
que por vezes lá se instala
não sobrepondo o ruído
ao prazer que dá a fala.
(...)
Deseja bom apetite
a quem te faz companhia,
que essa frase é um convite
para que reine a harmonia."
E, já agora aproveita, e dá uma espreitadela ao vídeo da Maria Vasconcelos, que fala, precisamente, sobre as Boas Maneiras.
Desta vez fomos à descoberta de histórias fora das paredes da sala de aula. É uma sorte termos o centro da cidade logo à nossa porta, não acham?
Não há nada melhor do que aprender em contexto real. Por isso, saltamos das folhas do livro de Estudo do Meio e fomos viver a matéria pelas ruas da nossa bonita cidade. O passado local nunca esteve tão perto de nós.
Claro que temos de agradecer ao Turismo de Braga, que nos disponibilizou o Roteiro Juvenil, tão útil para a nossa visita de estudo.
Agora, vamos esperar que o tempo ajude para ficarmos a conhecer melhor a tradição que dá vida à lenda do padroeiro da nossa cidade - São Geraldo.
1.ª Paragem: o Arco da Porta Nova
Passagem pela Rua da Violinha (uma das mais estreitas de Braga)
2.ª Paragem: A Sé Catedral
Visita ao seu interior
Paragem para lanchar no Largo do Município com vista para a Câmara Municipal
Paragem nos Jardins de Santa Bárbara com o Paço Medieval para ser admirado
Paragem em frente à estátua de Francisco Sanches (uma personalidade bracarense)
Saber mais sobre a Igreja de Santa Cruz e a descoberta dos galos
Uma das últimas paragens: a Casa dos Crivos
Para mais informações fica aqui disponível o Roteiro que usamos.
Hoje, quem bateu à nossa porta e fez "Truz, truz" para entrar, foi a Gratidão, visto que no dia21 de setembro, se comemora, para além do Dia da Paz, o Dia da Gratidão.
Começamos a falar sobre esta efeméride logo na hora do acolhimento, com a leitura do lindíssimo livro "Obrigado, a todos", do Planeta Tangerina.
Partilhamos pensamentos sobre o que nos faz ser gratos. Aqui couberam os pais, as famílias, o colégio, as árvores, que nos dão o oxigénio, as coisas boas e as coisas más, com as quais também aprendemos (e muito), entre outros pensamentos.
A partir de um excerto do livro, fizemos marcadores de livros para ficarem como uma grata recordação deste dia...
... e já no final do dia, na hora do Trabalho de Projeto, viajamos até ao Japão - essa terra de gratidão.
Com a orientação do Sensei Nuno Santos (grande conhecedor da cultura japonesa), da escola Kuroryukan, que à distância nos sugeriu alguns vídeos e histórias japonesas, abordamos alguns aspetos relacionados com a forma como os japoneses vivenciam a gratidão no seu dia-a-dia.
Exploramos alguns contos japoneses sobre a gratidão (os "ongaeshibanashi"). Um deles foi o Omusubi Kororin (おむすびころりん) - a história de um lenhador e dos seus bolinhos de arroz rolantes.
No final cada um fez a ilustração do conto e fez também uma pequena reflexão sobre o seu conteúdo.
"Achei a história do Bolinhos de Arroz Rolantes muito boa e acho que também devemos ser assim (não só nós, como todos os outros) como os japoneses. Para mim a gratidão é importante, porque agradecer é bom para nós e para todas as pessoas que nos rodeiam".
"Eu achei a história simples, mas bonita. Achei uma história que fala muito sobre agradecer. Acho que agradecer é muito importante e agradecer não custa nada!"
"Eu achei a história muito interessante e gostei muito de aprender algumas curiosidades sobre o Japão. Fiquei a perceber que os japoneses são muito educados, fazem muitas vénias e agradecem quase tudo."
“É por
isso que quero dizer a todos (do fundo do coração)…
Obrigado,
muito obrigado!
Ora aí
está uma coisa que também aprendi com alguém…”
Este é um blogue que pretende partilhar alguns bons momentos de caminhadas feitas pelo trilho do 1.º Ciclo. Por que a aprendizagem deve ser sempre uma doce caminhada!