Desta vez fomos à descoberta de histórias fora das paredes da sala de aula. É uma sorte termos o centro da cidade logo à nossa porta, não acham?
Não há nada melhor do que aprender em contexto real. Por isso, saltamos das folhas do livro de Estudo do Meio e fomos viver a matéria pelas ruas da nossa bonita cidade. O passado local nunca esteve tão perto de nós.
Claro que temos de agradecer ao Turismo de Braga, que nos disponibilizou o Roteiro Juvenil, tão útil para a nossa visita de estudo.
Agora, vamos esperar que o tempo ajude para ficarmos a conhecer melhor a tradição que dá vida à lenda do padroeiro da nossa cidade - São Geraldo.
1.ª Paragem: o Arco da Porta Nova
Passagem pela Rua da Violinha (uma das mais estreitas de Braga)
2.ª Paragem: A Sé Catedral
Visita ao seu interior
Paragem para lanchar no Largo do Município com vista para a Câmara Municipal
Paragem nos Jardins de Santa Bárbara com o Paço Medieval para ser admirado
Paragem em frente à estátua de Francisco Sanches (uma personalidade bracarense)
Saber mais sobre a Igreja de Santa Cruz e a descoberta dos galos
Uma das últimas paragens: a Casa dos Crivos
Para mais informações fica aqui disponível o Roteiro que usamos.
Hoje, quem bateu à nossa porta e fez "Truz, truz" para entrar, foi a Gratidão, visto que no dia21 de setembro, se comemora, para além do Dia da Paz, o Dia da Gratidão.
Começamos a falar sobre esta efeméride logo na hora do acolhimento, com a leitura do lindíssimo livro "Obrigado, a todos", do Planeta Tangerina.
Partilhamos pensamentos sobre o que nos faz ser gratos. Aqui couberam os pais, as famílias, o colégio, as árvores, que nos dão o oxigénio, as coisas boas e as coisas más, com as quais também aprendemos (e muito), entre outros pensamentos.
A partir de um excerto do livro, fizemos marcadores de livros para ficarem como uma grata recordação deste dia...
... e já no final do dia, na hora do Trabalho de Projeto, viajamos até ao Japão - essa terra de gratidão.
Com a orientação do Sensei Nuno Santos (grande conhecedor da cultura japonesa), da escola Kuroryukan, que à distância nos sugeriu alguns vídeos e histórias japonesas, abordamos alguns aspetos relacionados com a forma como os japoneses vivenciam a gratidão no seu dia-a-dia.
Exploramos alguns contos japoneses sobre a gratidão (os "ongaeshibanashi"). Um deles foi o Omusubi Kororin (おむすびころりん) - a história de um lenhador e dos seus bolinhos de arroz rolantes.
No final cada um fez a ilustração do conto e fez também uma pequena reflexão sobre o seu conteúdo.
"Achei a história do Bolinhos de Arroz Rolantes muito boa e acho que também devemos ser assim (não só nós, como todos os outros) como os japoneses. Para mim a gratidão é importante, porque agradecer é bom para nós e para todas as pessoas que nos rodeiam".
"Eu achei a história simples, mas bonita. Achei uma história que fala muito sobre agradecer. Acho que agradecer é muito importante e agradecer não custa nada!"
"Eu achei a história muito interessante e gostei muito de aprender algumas curiosidades sobre o Japão. Fiquei a perceber que os japoneses são muito educados, fazem muitas vénias e agradecem quase tudo."
“É por
isso que quero dizer a todos (do fundo do coração)…
Obrigado,
muito obrigado!
Ora aí
está uma coisa que também aprendi com alguém…”
Já há muito tempo que não vinha aqui ao blogue, mas agora com um novo ano à porta é hora de o atualizar.
Em primeiro lugar: bem-vindos ao 3.º ano! Vai ser, certamente, um ano espetacular, com tanta coisa para aprender e algumas surpresas pelo caminho. (Já estou a preparar algumas... 😃).
O tema do nosso projeto (que depois será dividido em mini-projetos) é:
Truz, truz... posso entrar?
Histórias, regras e valores para bem crescer e sonhar!
(E não é que há mesmo um livro que se chama "Truz! Truz!"...?)
Prontos para as boas maneiras, aprendizagens e brincadeiras? 😏😃
Beijinhos da professora e votos de um bom fim de semana!
Aproveitando a maravilhosa escritora que é a Sophia de Mello Breyner, e o facto de estarmos a explorar o oceano, deixo-vos aqui um pequeno excerto de um outro livro fantástico desta autora - A Menina do Mar.
A Menina do Mar (Excerto)
"Tu nunca foste ao fundo do mar e não sabes como lá tudo é bonito. Há plantas de algas,
jardins de anémonas, prados e conchas. Há cavalos-marinhos suspensos na água
com ar espantado, como pontos de interrogação. Há flores que parecem animais e animais
que parecem flores. Há grutas misteriosas, azuis escuras, roxas, verdes e há planícies sem
fim de areia fina, branca, lisa."
Sophia de Mello Breyner, in A Menina do Mar
E agora, a partir deste pequeno excerto, vêm os desafios! Aqui vão eles:
1. Retira do excerto três verbos, três nomes, três adjetivos.
2. Escreve quatro palavras da família da palavra "mar".
3. Retira do texto uma palavra que esteja no feminino, no plural e que tenha mais de duas sílabas.
4. A Maria fez um desenho sobre o fundo do mar. Desenhou 12 anémonas. Ela pintou 1/4 das anémonas de vermelho, 2/4 de verde e pintou as restantes de roxo. Quantas anémonas roxas havia no desenho que a Maria fez?
Bom fim de semana e até segunda! Beijinhos.
P.S.: Em relação ao nome da Sophia de Mello Breyner Andresen... o avô paterno era dinamarquês e a família da mãe dela era de origem belga.
A casa onde ela viveu chama-se "Quinta do Campo Alegre", onde hoje fica o Jardim Botânico do Porto.
Desta vez atrasei-me, mas cá vão os desafios, ainda sobre as criaturas do Oceano.
1. O meu corpo é composto por 95% de água. Ninguém gosta de me encontrar, mas os japoneses consomem-me em saladas. Quem sou?
2. Quantos tentáculos tem um polvo?
3. Muito sociável e brincalhão, sou certamente o mais simpático dos mamíferos marinhos. Sou conhecido pelas acrobacias que faço sobre a água. Quem sou?
4. As tartarugas marinhas passam a vida no mar, mas, de vez em quando, vêm a terra. Porquê?
5. Num domingo à tarde, a Ana, o Jonas e o Alfredo foram à praia apanhar conchas. O Jonas apanhou mais 20 conchas do que a Ana e o Alfredo apanhou mais 5 conchas do que o Jonas. Os três apanharam, no total, 120 conchas. Quantas conchas apanhou cada um?
Finalmente entramos nas águas profundas dos oceanos, por isso, os desafios vão ser sobre este habitat!
Desafio 1
Numa gruta, no fundo do mar, havia apenas dois cavalos-marinhos, uma estrela-do-mar e três tartarugas. Mais
tarde, juntaram-se a eles cinco cavalos-marinhos, três estrelas-do-mar e quatro tartarugas. Quantos
animais marinhos ficaram na gruta?
Desafio 2
Depois de ter falado sobre animais marinhos numa das aulas, o Filipe contou à professora que tinha tido um sonho com vários caranguejos e duas tartarugas. E perguntou à professora o seguinte:
- Professora, se no meu sonho tivesse contado as patas dos vários animais com que sonhei e tivesse viste que havia 38 patas, com quantos caranguejos tinha sonhado? (Ajuda: os caranguejos com que ele sonhou eram como estes da imagem). Consegues descobrir a resposta?
Este é um blogue que pretende partilhar alguns bons momentos de caminhadas feitas pelo trilho do 1.º Ciclo. Por que a aprendizagem deve ser sempre uma doce caminhada!